terça-feira, 27 de setembro de 2016

A PREVISÃO: "Agora se ele não for candidato o bicho pega”



 Foto: Tonny Washington

Quem conversou com o Blog na manhã desta segunda-feira (18), foi o vicentino Clécio Barbosa, que é bisneto do fundador de São Vicente. Em análise ao atual cenário político, Clécio declarou que o prefeito Joci Lins é querido pela população e, se for candidato, deve se reeleger. Mas… Caso o candidato seja outro, a campanha deverá ser arrochada.


“O que eu vejo hoje no cenário atual, não só eu como toda população que reside no nosso município São Vicente, a gente vê que Joci é um cara bem quisto pela população. Então ele saindo candidato tudo indica que ele se reeleja. Mas se ele não for candidato, no meu ver, no meu entender, no que eu estou vendo e conversando com a população, eu tô vendo que a campanha vai ser arrochada, no caso se ele não for candidato. Aí o bicho pega”, declarou Clécio.


http://www.4shared.com/mp3/Zqf3yCqSce/ClcioBarbosa.html 





Entidades criticam anulação de julgamento; PMs comemoram

Tribunal de Justiça de São Paulo anulou a condenação de 74 PMs nesta terça-feira (27)

 

 

Entidades defensoras dos direitos humanos e um dos promotores que atuou no julgamento dos policiais militares envolvidos no massacre do Carandiru lamentaram a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) nesta terça-feira (27), que anulou a condenação de 74 PMs. Uma associação de policiais militares, por sua vez, comemorou a anulação.

"É triste de ver. Respeito a decisão, mas chama atenção a falta de sensibilidade pela decisão da sociedade", diz Márcio Friggi, promotor que atou na condenação dos policiais. "Toda vez que foi chamada para discutir o caso, a sociedade decidiu pela responsabilização dos PMs", afirma Friggi.

Como houve recurso da defesa na época das condenações, os réus não chegaram a iniciar o cumprimento das penas. Para o promotor, essa lentidão para se chegar a uma decisão definitiva -o massacre completa 24 anos no domingo (2)- mostra uma Justiça Penal "simbólica, burocrática, travada e pouco eficiente".

"Que vergonha", diz Débora Maria da Silva ao saber da anulação do TJ. Ela é coordenadora e fundadora do Mães de Maio, movimento social de familiares de vítimas da onda de violência de maio de 2006, que deixou 505 civis mortos numa aparente resposta ao assassinato de 59 policiais.

"A polícia só mata porque o Judiciário enterra com a canetada. Mata mais do que a polícia que aperta o gatilho. Que lei é essa que não pune quem tira a vida?", diz Débora. Ela defende a reforma do Judiciário e a desmilitarização da polícia. "Ele [Judiciário] é partidário, não pune quem deveria. Deveria ser autônomo e não é", afirma.

Para Marcos Fuchs, advogado e diretor adjunto da Conectas Direitos Humanos, foi uma decisão tendenciosa. "Um lado é muito mais forte do que o outro. Não parece interessante fazer justiça para familiar de preso que morreu. Não está na agenda do Judiciário", diz.

Débora pede uma "Lava Jato" no caso. "Tem que ter delação premiada para as execuções sumárias", afirma.
"LEGÍTIMA DEFESA"

Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o cabo Wilson Morais comemorou a decisão. "É uma boa notícia, pelo menos para nós que somos policiais e para esses 74 pais de família que não conseguiam dormir."

Morais refuta a ocorrência de crime no massacre. "É um absurdo esses 74 pagarem por algo que não foi crime. Eles estavam no estrito cumprimento do dever legal, atuando pelo Estado, com ordem do governador (Luiz Antônio Fleury Filho, do PMDB) e do secretário de Segurança Pública da época (Pedro Franco de Campos). Foram recebidos a tiros, pauladas e pedradas. Foi legítima defesa", disse.

A hipótese de que os detentos portavam armas de fogo nunca foi confirmada, apesar de constar no depoimento do coronel Valter Alves Mendonça no júri popular, em 2013. À época, o Ministério Público de São Paulo afirmou que as armas encontradas foram plantadas pela própria polícia.

"Os policiais poderiam ter morrido de Aids", diz Morais, acrescentando que os detentos "jogavam sangue com seringa" em cima dos oficiais que invadiram o presídio para apartar a rebelião. "Se tivessem usado munição não letal quem tinha morrido eram os policiais. Um presídio com 8 mil marginais condenados contra 74 policiais. Será que se usassem armas não letais os 74 homens iam dominar a multidão que estava lá dentro?", questiona.

"Foi feita justiça e seria mais justiça ainda se eles fossem absolvidos definitivamente e não tivesse um novo júri", afirma o cabo.
Procurada, a Polícia Militar de São Paulo informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não se manifesta em relação a decisões judiciais. Com informações da Folhapress.

Notícias Minuto

O Deputado JOSÉ ADÉCIO prestigia candidaturas na região agreste, Lagoa Salgada, Vársea e Montanhas



Nesta sexta feira dia 23/09, o Deputado José Adécio começou a noite visitando a cidade de Lagoa Salgada, prestigiando as candidaturas de Franklin filho do seu amigo ex-prefeito Canindé Justino, do candidato a vice-prefeito Carlinhos, filho do seu amigo ex-prefeito José Carlos, participou de uma grande concentração popular. Dali seguiu para a cidade de Várzea aonde o povo já confirma o favoritismo do seu amigo candidato a prefeito Pedro Sales e terminou a noite na cidade de Montanhas, num comício fenomenal, do candidato Manoel Gustavo, que comemorava seu aniversário e os apontamentos mostram que o povo quer mudança.



Projeto aprovado na Assembleia prevê exame gratuito para diagnóstico de doenças renais



O grave problema da doença renal crônica que vem mobilizando especialistas em todo o mundo tem preocupado também o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM) que apresentou um projeto, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa, que prevê a realização de exames gratuitos para diagnóstico precoce das doenças renais. A medida dispõe sobre a obrigatoriedade de informação da estimativa da Taxa de Filtração Glomerular pelos laboratórios de análises clínicas públicos e privados no Estado.

"O projeto é de extrema importância, pois vai colaborar com a descoberta prematura de pacientes renais, podendo encaminhá-los a um profissional especializado e evitar a necessidade de hemodiálise”, disse Getúlio Rêgo.

O deputado destaca que o projeto também resulta em economia aos cofres públicos. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, o ano de 2015 fechou com 20 milhões de pacientes renais crônicos e o gasto foi superior a R$ 2 bilhões. No Rio Grande do Norte, a estimativa é que existam 340 mil pacientes renais, destes, 2 mil estão em estado terminal.

Segundo o projeto, a não informação da estimativa da Taxa de Filtração Glomerular, acarretará em penalidades a serem aplicadas pela Vigilância Sanitária, quando o projeto for aprovado e estiver em vigor. Primeiro será feita uma advertência aos laboratórios e em caso de reincidência aplicação de multa no valor de R$ 500. "Essa nova informação por parte dos laboratórios não terá custo financeiro, basta apenas baixar um aplicativo, que está no próprio projeto de lei", destacou o deputado.

Cadê o dinheiro que estava aqui?



Reforma da Praça Manoel Campos no município do Pedro Avelino, obra do Governo Federal abandonada pelo prefeito cassado de Pedro Avelino, Sergio Cadó.


 

O Governo Federal enviou verba no valor de R$: 977.793,05 de acordo com o contrato de repasse 2640.1006128-37/2013, com previsão de início no dia 10/06/2015, prazo para entrega de 180 dias. Contados os dias até hoje 20/09/2016, está com um ano três meses e dez dias e nada de obra concluída, e me vem à pergunta onde está o dinheiro que foi repassado? Como foi gasto? Em que foi gasto? E quando o povo de Pedro Avelino terá sua praça concluída?